3 - O declínio do comércio: a moeda perde a sua importância
Depois da invasão dos povos bárbaros, as atividades comerciais entraram
em declínio. Em primeiro lugar, porque esses povos não produziam excedentes
para a troca. Em segundo, porque, com a diminuição da vida urbana, as fazendas já não tinham para quem vender os produtos agrícolas.
Além do mais, as viagens se tornaram muito inseguras.
Os bárbaros saqueavam quem se arriscasse a transportar qualquer mercadoria. Com isso o comércio foi diminuindo cada vez mais, chegando mesmo a desaparecer em muitas regiões.
Com a diminuição do comércio, a moeda perdeu a sua utilidade.
O desaparecimento do comércio não afetou apenas a economia.
O contato entre as localidades diminuiu. Sem esse contato, a circulação de idéias e de conhecimentos também declinou. Cada uma dessas propriedades rurais tornou-se independente das demais.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
O DESAPARECIMENTO DA VIDA URBANA
2 - O desaparecimento da vida urbana: a volta aos campos
Quando os bárbaros invadiram o Império Romano, eles atacaram as cidades.
Para salvar a vida, a população fugiu para o campo.
Os povos bárbaros não estavam acostumados a vida urbana. Depois de
saquearem e destruírem as cidades, eles voltavam para os campos onde se
estabeleciam. Com isso, a vida urbana, praticamente desapareceu.
Quando os bárbaros invadiram o Império Romano, eles atacaram as cidades.
Para salvar a vida, a população fugiu para o campo.
Os povos bárbaros não estavam acostumados a vida urbana. Depois de
saquearem e destruírem as cidades, eles voltavam para os campos onde se
estabeleciam. Com isso, a vida urbana, praticamente desapareceu.
1- INVASÕES BÁRBARAS.
1- Invasões bárbaras.
Você sabe quem eram considerados bárbaros?
Para os romanos, bárbaros eram os povos vizinhos de seu império, que não
foram escravizados por eles e que não falavam latim. Os romanos diziam ter vários motivos para não gostarem dos bárbaros. Um deles era o fato de os bárbaros terem o costume de untar o cabelo com manteiga rançosa, não tomar banho e cheirar a alho e cebola. Outro costume bárbaro, reprovado pelos romanos, era suas roupas feitas de pele de animal. A elite romana considerava que essas roupas rústicas eram um sinal de pura selvageria.
Dentre os principais povos bárbaros, que invadiram a Europa, destacam-se
os: Anglos, Saxões, Germanos, Francos, Hérulos, Hunos e outros.
Esses povos foram aos poucos invadindo o Império Romano (Europa
Ocidental), ocupando determinadas regiões e nelas organizando reinos
independentes entre si. As rivalidades faziam com que as lutas entre esses reinos fossem constantes. A Europa vivia sobre um intenso clima de insegurança. No início do século VI a Europa apresentava-se como uma colcha de retalhos, dividida em muitos reinos.
Você sabe quem eram considerados bárbaros?
Para os romanos, bárbaros eram os povos vizinhos de seu império, que não
foram escravizados por eles e que não falavam latim. Os romanos diziam ter vários motivos para não gostarem dos bárbaros. Um deles era o fato de os bárbaros terem o costume de untar o cabelo com manteiga rançosa, não tomar banho e cheirar a alho e cebola. Outro costume bárbaro, reprovado pelos romanos, era suas roupas feitas de pele de animal. A elite romana considerava que essas roupas rústicas eram um sinal de pura selvageria.
Dentre os principais povos bárbaros, que invadiram a Europa, destacam-se
os: Anglos, Saxões, Germanos, Francos, Hérulos, Hunos e outros.
Esses povos foram aos poucos invadindo o Império Romano (Europa
Ocidental), ocupando determinadas regiões e nelas organizando reinos
independentes entre si. As rivalidades faziam com que as lutas entre esses reinos fossem constantes. A Europa vivia sobre um intenso clima de insegurança. No início do século VI a Europa apresentava-se como uma colcha de retalhos, dividida em muitos reinos.
SOCIEDADE FEUDAL
Para entender como surgiu a sociedade feudal, devemos considerar quatro
aspectos importantes:
• 1 - As invasões bárbaras.
• 2 - Desaparecimento da vida urbana.
• 3 - Declínio do comércio.
• 4 - Declínio da escravidão.
aspectos importantes:
• 1 - As invasões bárbaras.
• 2 - Desaparecimento da vida urbana.
• 3 - Declínio do comércio.
• 4 - Declínio da escravidão.
ALTA e BAIXA IDADE MÉDIA
O período medieval europeu costuma ser dividido em duas grandes etapas:
." Alta Idade Média (século V ao XI) - Fase final do Império Romano e da formação do sistema feudal.
." Baixa Idade Média (século XI ao XV) - Fase de decadência do sistema feudal e formação do sistema capitalista.
É sempre bom lembrar que esta divisão aplica-se basicamente à História da Europa.
Não podemos falar, por exemplo, de Idade Média no Brasil.
." Alta Idade Média (século V ao XI) - Fase final do Império Romano e da formação do sistema feudal.
." Baixa Idade Média (século XI ao XV) - Fase de decadência do sistema feudal e formação do sistema capitalista.
É sempre bom lembrar que esta divisão aplica-se basicamente à História da Europa.
Não podemos falar, por exemplo, de Idade Média no Brasil.
IDADE DAS TREVAS ?
Por muito tempo acreditou-se que a Idade Média foi um período em que não
houve produção cultural. Por isso ficou conhecida como "Idade das Trevas".
Hoje sabemos que esta afirmação está errada, pois houve um grande
desenvolvimento em muitas áreas do saber e das artes no período medieval. Na verdade, a Idade Média teve uma produção cultural riquíssima, marcada pelas características próprias da época. A principal dessas características foi sem dúvida, a preocupação com o aspecto religioso da vida, conseqüência da poderosa influência exercida pela Igreja Católica onde Deus era considerado o centro do universo (Teocentrismo).
O setor educacional era controlado pelo clero e as aulas dadas em latim.
Nas universidades estudava-se teologia, ciência, letr.as, direito e medicina . Houve também um aperfeiçoamento na arte de navegar, com a utilização da
bússola, dos mapas, do astrolábio e de outros instrumentos.
Na ciência e filosofia foram traduzidos vários textos de origem árabe e grega
que contribuíram para o progresso da matemática, astronomia, biologia e medicina.
A poesia medieval procurou enaltecer os valores e as virtudes dos cavaleiros:
justiça, amor, prudência e cortesia. Entre os grandes nomes da literatura medieval destaca-se o poeta italiano Dante Alighieri, autor da Divina Comédia.
houve produção cultural. Por isso ficou conhecida como "Idade das Trevas".
Hoje sabemos que esta afirmação está errada, pois houve um grande
desenvolvimento em muitas áreas do saber e das artes no período medieval. Na verdade, a Idade Média teve uma produção cultural riquíssima, marcada pelas características próprias da época. A principal dessas características foi sem dúvida, a preocupação com o aspecto religioso da vida, conseqüência da poderosa influência exercida pela Igreja Católica onde Deus era considerado o centro do universo (Teocentrismo).
O setor educacional era controlado pelo clero e as aulas dadas em latim.
Nas universidades estudava-se teologia, ciência, letr.as, direito e medicina . Houve também um aperfeiçoamento na arte de navegar, com a utilização da
bússola, dos mapas, do astrolábio e de outros instrumentos.
Na ciência e filosofia foram traduzidos vários textos de origem árabe e grega
que contribuíram para o progresso da matemática, astronomia, biologia e medicina.
A poesia medieval procurou enaltecer os valores e as virtudes dos cavaleiros:
justiça, amor, prudência e cortesia. Entre os grandes nomes da literatura medieval destaca-se o poeta italiano Dante Alighieri, autor da Divina Comédia.
À IDADE MÉDIA
A Idade Média é um período que se inicia com a invasão dos bárbaros no
Império Romano do Ocidente (Queda de Roma em 476 d.C.), e se estende até a invasão dos turcos otomanos em Constantinopla, em 1453.
O início da Idade Média foi um período de grande insegurança. Invasões
bárbaras, guerras, doenças e fome. O homem medieval quase não tinha controle sobre tais perigos. Vivia pouco e sua expectativa de vida era em média de 30 anos. Eram dominados por seus temores, como medo da morte, da peste, dos mortos e, até, da noite. Por isso, agarravam-se à religião.
Império Romano do Ocidente (Queda de Roma em 476 d.C.), e se estende até a invasão dos turcos otomanos em Constantinopla, em 1453.
O início da Idade Média foi um período de grande insegurança. Invasões
bárbaras, guerras, doenças e fome. O homem medieval quase não tinha controle sobre tais perigos. Vivia pouco e sua expectativa de vida era em média de 30 anos. Eram dominados por seus temores, como medo da morte, da peste, dos mortos e, até, da noite. Por isso, agarravam-se à religião.
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